João Batista destaca participação da ALMT e a geração de empregos na expansão da Ferronorte

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros) destacou a participação da Assembleia Legislativa, que aprovou no Parlamento, uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), além de um projeto de lei complementar que deram a sustentação legal necessária, para a construção da primeira ferrovia estadual em Mato Grosso. A Ferrovia Vicente Vuolo (Ferronorte), vai interligar Cuiabá a Rondonópolis, bem como Rondonópolis a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, além de se conectar com a malha ferroviária nacional.

Sobre a construção do terminal ferroviário na Capital, o parlamentar ressaltou que a expectativa é que isso gere uma grande quantidade de empregos na região da baixada cuiabana nos próximos anos.

"Essa PEC aprovada dá garantia jurídica para essas empresas que vieram realizar os serviços de construção da ferrovia em Mato Grosso, com isso, o Estado vai produzir algo a mais além do agronegócio, facilitando a geração de empregos no setor da indústria e do comércio, fazendo com que o Estado não fique apenas na monocultura", pontuou.

De acordo com o deputado, essa será uma obra histórica que vai beneficiar diretamente a baixada cuiabana, além de oportunizar o desenvolvimento e progresso para todo o Estado.

"A ferrovia será uma alternativa que pode baratear o custo da produção em Mato Grosso, bem como, melhorar a nossas vias de escoamento, trazendo o progresso para o Estado. Uma das grandes causas da alta nos preços dos produtos, segundo o próprio setor produtivo, é justamente a questão da logística. Pensando por esse lado, acredito que a Assembleia Legislativa cumpriu seu papel, garantindo o que é melhor para o desenvolvimento do Estado", frisou João Batista.

A “Rumo Logística”, empresa que detém a concessão da Ferrovia Vicente Vuolo (Ferronorte), em Mato Grosso, confirmou a construção de um terminal ferroviário na região de Cuiabá. O terreno já foi adquirido e a capital mato-grossense contará com um terminal de contêineres e combustíveis. Segundo a diretoria, a prioridade da empresa é a extensão de sua malha ferroviária em direção à carga nas regiões produtoras. Eles se preparam para atender um estado que até 2030 deve chegar a 120 milhões de toneladas de produção.

A baixada cuiabana é composta por 14 municípios: Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Barão de Melgaço, Campo Verde, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste e Santo Antônio de Leverger, cujas economias serão impactadas direta ou indiretamente com a construção do terminal ferroviário.

 

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